PIONEIROS DA FOTOGRAFIA EM PORTUGAL – PHOTOGRAPHIA LIV

Wenceslau Cifka abriu em Lisboa um dos primeiros estúdios fotográficos, cerca de 1855 tirou esta fotografia ao Arco da Rua Augusta que só seria concluído em 1873.

Referências:

NOTRE-DAME DE ATGET – PHOTOGRAPHIA LIII

Eugène Atget, Notre-Dame depuis le quai de la Tournelle, 1923. Negativo de vidro, impressão em papel albuminado, 17.6 × 22.1 cm.

No dia do terrível incêndio uma imagem antiga da Notre-Dame de Paris. A admirável catedral vista pelo génio (autodidata) da Fotografia, Eugène Atget.

CHARLES MARVILLE – PHOTOGRAPHIA LII

Charles Marville, Bois de Boulogne, Paris. Negativo produzido entre 1855 e 1870, impressão em papel albuminado feita depois de 1870. Dimensões: 21 × 36.4 cm. Retoques feitos pelo autor deste blogue.

Charles Marville (1813–1879) foi nomeado em 1862 fotógrafo oficial da cidade de Paris, começou então a documentar a radical modernização efetuada  pelo Barão Haussmann na capital francesa.

A fotografia hoje publicada retrata um dos lagos do Bois de Boulogne, o segundo maior parque público parisiense.

Ligações:

Livros: 

NEVOEIRO DOS SONHOS – COLORGRAPHIA CXX

A pintura chinesa constitui a mais antiga tradição artística ininterrupta. Ainda faltavam 2 séculos para Portugal nascer e já no Império do Meio se produzia arte com elevado grau de sofisticação e beleza.

A obra aqui reproduzida pertence a Li Cheng que se destacou pelas pinturas plenas de “nevoeiro dos sonhos”.

Clique na imagem para ver a ampliação

Li Cheng (c. 919 – c. 967 AD). “Um Templo Solitário Entre os Picos das Montanhas” (c. 960). Rolo suspenso, tinta sobre seda, 111.4 x 56 cm (altura x largura). Clique na imagem para ver a ampliação com todos os pormenores.

Ligações:

Livros:

  • Sullivan, Michael (1984) The Arts of China, California: University of California Press pp. 165 a 207. [Este livro pode ser descarregado em vários formatos] ISBN 978-0520049185

REABERTURA – ABAIXO DE CÃO II

Nasceu o Abaixo de Cão em setembro de 2003, naquela longínqua época não havia Facebook, Whatsapp, Instagram ou sistema Android. Por outro lado, as grandes multinacionais estavam quase ausentes do espaço público na Internet. Mesmo com muito “armar ao pingarelho” tudo era mais genuíno, mais orgânico, mais democrático.
Ao longo de 13 anos este espaço foi um reflexo parcial dos defeitos, contradições e (algumas) qualidades do seu autor. Todavia o cansaço e a falta de interesse dos seus leitores ditaram o seu encerramento.

Apesar de tudo nunca se desvaneceu a vontade de escrever sobre aquele filme perturbante, aquela pintura esquecida ou aquele útil programa de computador. Assim sendo reabre-se hoje o Abaixo de Cão, esperando que a manifesta falta de jeito para a escrita não dite, a curto prazo, a sua morte definitiva.